O processo eleitoral realizado neste domingo (4) mobilizou cerca de 125,2 milhões de cidadãos brasileiros. O pleito definiu nomes para os governos estaduais, cadeiras no Senado Federal e composições da Câmara dos Deputados, além de consolidar disputas que seguem para o segundo turno em diversas unidades da Federação.
Resultados por região
Em Alagoas, JHC (PSDB) foi eleito governador, enquanto Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB) conquistaram vagas no Senado. No Amapá, o governo estadual será de Dr. Furlan (PSD), com Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD) eleitos senadores. A Bahia elegeu Jerônimo Rodrigues (PT) para o Executivo e escolheu Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) como representantes no Senado.
O Ceará terá Elmano de Freitas (PT) no governo, acompanhado por Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede) no Senado. Em Goiás, o eleito para o governo foi Daniel Vilela (MDB), com Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil) garantindo as vagas senatoriais. O Maranhão elegeu Eduardo Braide (PSD), enquanto o Mato Grosso confirmou Otaviano Pivetta (Republicanos) como governador.
No Mato Grosso do Sul, o vencedor foi Eduardo Riedel (PP). Minas Gerais elegeu Cleitinho Azevedo (Republicanos), e o Pará deu a vitória ao Dr. Daniel (Podemos). A Paraíba elegeu Lucas Ribeiro (PP) para o governo. No Paraná, o cargo de governador será ocupado por Sergio Moro (PL), enquanto Pernambuco elegeu Raquel Lyra (PSD).
O Piauí confirmou Rafael Fonteles (PT) para o Executivo estadual. No Rio Grande do Sul, o eleito foi Luciano Zucco (PL). Rondônia elegeu Marcos Rogério (PL), e Roraima escolheu Arthur Henrique (PL). Em Santa Catarina, o novo governador será Jorginho Mello (PL). São Paulo elegeu Tarcísio de Freitas (Republicanos), e Sergipe confirmou Fábio Mitidieri (PSD).
Disputas em aberto
Alguns estados não definiram o comando do Executivo no primeiro turno. Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins terão segundo turno. Nestas localidades, os eleitores deverão retornar às urnas para decidir quem ocupará a cadeira de governador.
Sistema eleitoral para deputados
A relação dos deputados federais mais votados reflete o desempenho individual nas urnas, mas não garante, por si só, a ocupação da vaga. O Brasil utiliza o sistema proporcional para a escolha de deputados. Nesse modelo, o quociente eleitoral e partidário define quais candidatos efetivamente assumirão os mandatos na Câmara Federal, o que significa que os nomes com maior votação nominal nem sempre correspondem a todos os eleitos por seus respectivos partidos ou coligações.

