Brasília (DF) – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reportou, após o início das atividades de votação deste domingo (4), a troca de 421 urnas eletrônicas por falhas operacionais. A operação de substituição ocorreu em diversas localidades do território nacional dentro de um período de duas horas após a abertura das seções eleitorais.
Logística de reserva
O volume de equipamentos substituídos equivale a 0,7% do contingente total de 499.248 urnas colocadas à disposição dos eleitores. Para garantir a continuidade do pleito, a Justiça Eleitoral preparou uma reserva de contingência composta por 68.912 unidades extras, que podem ser acionadas conforme a demanda técnica surgir nos locais de votação.
Embora as trocas sejam procedimentos previstos no planejamento logístico, o TSE não detalhou as causas específicas para as falhas em cada uma das unidades retiradas de operação. Em situações extremas, onde o equipamento substituto também apresente defeitos, a legislação vigente permite a transição para o sistema de votação manual em cédulas de papel, recurso que ainda não precisou ser utilizado nesta edição das eleições.
Monitoramento e integridade
O processo eleitoral conta com o acompanhamento de 55 auditores do Tribunal de Contas da União (TCU), responsáveis por supervisionar testes de integridade em equipamentos selecionados por todas as unidades da Federação. De acordo com informações da Corte Eleitoral, o procedimento de auditoria transcorre com normalidade, sem o registro de incidentes ou irregularidades até o momento.
Neste primeiro turno, o Brasil mobiliza 158,7 milhões de eleitores aptos a participar do pleito. Os cidadãos comparecem às urnas para a escolha de representantes nos cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e também para as cadeiras de deputado estadual ou distrital.

